sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Atendimento

Eu compreendo que as empresas desejam garantir um padrão no atendimento aos (às) clientes, mas o que tenho visto me irrita. A impressão que me dá é a de que nas raras ocasiões nas quais falo com um(a) telefonista de carne e osso eu estou falando com uma máquina, tamanha a artificialidade nas ações e reações dos (as) atendentes. Pra piorar, muitos estabelecimentos comerciais parecem treinar os (as) balconistas a partir da mesma cartilha que induz o pessoal a repetir exaustivamente (que dó) fórmulas pseudogentis. Mesmo o "olho no olho" não impede muitos (as) profissionais de se comportarem de maneira autômata, sem qualquer espontaneidade e carisma. As empresas - e os (as) clientes - não precisam de profissionais bem treinados (as), mas de pessoas educadas que sabem ser simpáticas e competentes.

Nenhum comentário: