domingo, 9 de agosto de 2009

Há tanto tempo que te amo

O papel da protagonista é perturbador. Ela pareceu-me uma mulher de força descomunal, por um lado, e demasiadamente frágil, por outro. Na sua pele, faria o que fez, transgrediria o tabu, mas não me entregaria como um bode expiatório. De qualquer modo, são apenas conjecturas e um julgameno, e felizmente a beleza do filme não se constrói a partir deles.

Um comentário:

Dodô disse...

Jefferson, pensei em escrever sobre esse filme também. Muito bonito! Recordo-me que quando acenderam as luzes, várias pessoas estavam emocionadas. Aquela música no final contribui para a comoção geral. Abração, grande Jeff!