domingo, 26 de julho de 2009

Contrastes humanos

Um passeio público sujo com muitas poças de água imunda, muito papel, muita miséria. Pés apressados, vozes entrecortadas, multidão, barulho, confusão.

Nesse vórtice em que se remoe toda a bestialidade humana, um transeunte caminha como que alheado deste pandemônio em que está mergulhado. Sua face irradia vida. Sua mão esquerda carrega uma rosa; sua outra mão, dois anéis; sua mente, uma ilusão.

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