quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Guaraná

O texto que se segue já deveria estar publicado há alguns dias. Mas a preguiça me impediu de digitá-lo.
Cenário: Sala de jantar na qual se destaca um mesa redonda tendo sobre si iguarias coloridas que exalam aromas convidativos.
Personagens: Eu e minha namorida, famintos...
Diálogo:
- Pô, Sheilinha, valeu a pena esperar, né?
- Valeu mesmo.
- Eu sou lento na cozinha, mas tenho um temperinho gostoso... É o amor, heheheheh
- Vai, besta.
- Meu amor, passa o Guaraná.
Inopinadamente, ao proferir a palavra "Guaraná", veio todo um "filme" na minha cabeça. Lembrei-me de ter lido, quando criança, um texto que contava a origem do guaraná. Em resumo, e de acordo com a lenda indígena, ele vinha do olho de um curumim morto enterrado pela própria mãe. Eu acreditei piamente na história e parei de tomar o refrigerante por um bom tempo, pois não o achava muito higiênico.
Diálogo 2:
- Jefferson?
- Hein?
- Que cara é essa?
- Hahahahahah
Tive de contar a Sheilinha toda a história. Estava adimirado com a redescoberta inesperada de algo tão significativo, para mim, na minha infância. Como nos prega peças o nosso cérebro?!!

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