domingo, 13 de janeiro de 2008

POETA

O POETA É UMA LUPA:
AMPLIA QUANDO AMA.
MAS, SOB IRA, À CHAMA
LANÇA SEM LHE DOER A CULPA.

Um comentário:

Nata disse...

Eu só posso concordar, Jefferson...

Cheiro em ti e em Sheiloca!