sábado, 12 de janeiro de 2008

os bons

Escrevi a poesia que se segue em novembro de 2005. Ela tava meio esquecida no hd do meu computador. De novembro pra cá, no entanto, eu a redescobri. Com tristeza... Dedico-a ao meu amigo Zoltan.

É verdade que se vão os bons
Assim como os frutos - de repente.
Mas deixam, sempre, seus dons:
O sumo, o sabor e a semente.

07/11/05

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